segunda-feira, 20 de outubro de 2014

FESTIVAL DE CIRCO DO BRASIL COMEMORA DEZ ANOS COM EDIÇÃO ESPECIAL

Evento acontece de 31 de outubro a 09 de novembro em vários locais do Recife e homenageia Antonio Nóbrega com espetáculos, exposição e pré-estreia de filme


O Festival de Circo do Brasil completa dez edições em 2014, consolidado na agenda cultural de Pernambuco. Um dos principais eventos dedicados à arte circense na América Latina, o Festival tem desde a primeira edição o patrocínio da Petrobras, além de contar com o incentivo da Lei Rouanet, Funcultura – Governo de Pernambuco, Prefeitura do Recife, Institut Français, Consulado da França para o Nordeste, Embaixada da Espanha e Toyolex. Uma das características do Festival de Circo do Brasil é a diversificação da programação, não apenas com grandes atrações nacionais e internacionais, mas também promovendo a interação entre o circo e outras formas de expressão artística. O grande homenageado da décima edição do Festival de Circo do Brasil é Antonio Nóbrega – daí a escolha do mote “somos todos brincantes”. A palavra “brincante” remete à cultura brasileira, à luta pela manutenção do espaço do Instituto Brincante (e consequentemente à dificuldade de ocupação dos espaços pelo circo) e é, principalmente, uma homenagem à obra e à história do artista.

O Festival apresenta a Mostra Antonio Nóbrega, uma série de atividades dedicadas ao trabalho do pernambucano. No dia 1º de novembro, será aberta a exposição Brincante, na galeria Janete Costa, com uma seleção de fotos assinadas por Walter Carvalho denominada “da série, O tempo narrativo do gesto”, além de objetos cênicos do acervo do artista. Nóbrega presenteia o público do Festival com o espetáculo Tonheta e Companhia, encarnando seu clássico personagem, um legítimo palhaço brasileiro, que traz na essência o espírito do circo, reunindo música, teatro e dança, e inspirou toda uma geração de artistas. No dia 2, domingo, o show Antonio Nóbrega será apresentado no Parque Dona Lindu, aberto ao público. Na segunda-feira, dia 3, ele participa de um debate sobre a interseção entre circo e dança, à tarde, e à noite marca presença na pré-estreia do filme “Brincante”, de Walter Carvalho, que retrata a obra do multiartista pernambucano. O filme terá duas sessões, no cinema da Fundação Joaquim Nabuco, às 19h20 e às 21h10, com entrada gratuita.


ABERTURA



A abertura do Festival será no Teatro de Santa Isabel, no dia 31 de outubro, com a companhia francesa Les Rois Vagabonds. Em “Concerto para dois clowns”, um casal de palhaços, vestidos como rei e rainha, alia a execução de peças de música clássica com humor. Um espetáculo para toda a família, poético e divertido, que será apresentado também nos dias 1 e 2 de novembro. Uma loninha de circo será montada na esplanada do Parque Dona Lindu, que recebe, no primeiro final de semana (dias 1 e 2 de novembro), vivências circenses e diversos espetáculos como Circo Vox (SP), Psirc (Espanha), Circo Teatro Artetude (DF), Caravana Tapioca (PE), a performance Futebol Voador (SP), entre outros. Na tarde do domingo, dia 2, o Recife Antigo recebe, na Av. Rio Branco, as atrações Futebol Voador e Circo Teatro Artetude.




O primeiro fim-de-semana do Festival de Circo do Brasil, dias 1 e 2, destaca ainda, no Teatro de Santa Isabel, a companhia francesa 220 Vols, que apresenta o espetáculo “Larsen”, no qual três artistas revezam-se entre um show de rock e números aéreos, numa apresentação intrigante de circo contemporâneo. No teatro Guararapes, a aclamada companhia brasileira Tholl traz do Rio Grande do Sul a grandiosa montagem “Exotic”. Reconhecido pela qualidade técnica e a estética visual marcante, o Tholl é uma opção de lazer para crianças e adultos, às 16h. No teatro Apolo, o mágico espanhol Adrian Conde apresenta seu espetáculo de magia cômica, sábado e domingo, às 10h30 para todos os públicos.


FOMENTO

O Módulo Fomento do Festival de Circo do Brasil busca incentivar a arte circense, promovendo oficinas, workshops, palestras, lançamentos de filmes e livros com temática relacionada ao circo. Em 2014, além da pré-estreia do filme Brincante e da exposição dedicada a Antonio Nóbrega na Galeria Janete Costa, o Festival realiza no Teatro Hermilo Borba Filho um work in progress, entre os dias 3 e 7, com artistas de circo locais e o diretor artístico francês Albin Warette. Essa atividade, dedicada a profissionais circenses, vai iniciar uma parceria entre a região Midi-Pyrénées, na França, e o Recife. O Festival também oferece, entre os dias 3 e 4, uma oficina de mastro chinês com a companhia espanhola Psirc, no Teatro Hermilo, voltada para estudantes com experiência. Ainda será ministrado um workshop de mágica, com Adrian Conde, da Espanha, no teatro Apolo, dia 3 de novembro, dedicada a iniciantes.

Haverá uma sessão no Teatro Apolo com duas mesas-redondas, no dia 3. A primeira será sobre circo e empreendedorismo, com a diretora da Circo Escola de Ecocidadania ONG Juriti, Cristina Diogo (CE), e representantes das companhias Cia Animé (PE), Circo Vox (SP) e Tholl (RS). A outra mesa-redonda vai tratar da interseção entre circo e dança, com Antonio Nóbrega, Valéria Martins (RJ) e Arnaldo Siqueira (PE). Dia 4, no teatro Hermilo, Zezo Oliveira (PE) – artista, pesquisador, diretor de artes em circo, ex-diretor da Escola Nacional de Circo do Brasil–apresenta Circo em Processo, compartilhando e dialogando com a plateia sobre o processo criativo de construção de uma cena de espetáculo circense.

PALHAÇADA
A partir do dia 5 de novembro, os palhaços tomam conta do Festival de Circo do Brasil. No teatro Luiz Mendonça, apresentam-se a suíça Gardi Hutter (dias 5 e 6) e a companhia belga D’Irque & Fien (dias 7, 8 e 9), com o espetáculo “Carroussel des Moutons” e seu piano voador. No teatro Apolo, os destaques são a palhaça radical Patrícia Pardo, da Espanha, que constrói o espetáculo com um discurso crítico (dias 6 e 7), e a companhia paulistana Parlapatões, com “Clássicos do Circo”, espetáculo que reúne os melhores números cômicos e circenses da trajetória de 18 anos do grupo (dias 8 e 9). Nos mesmos dias, a Cia Suno se apresenta no teatro Hermilo, e a lona montada na esplanada do Parque Dona Lindu recebe a Cia Brincantes de Circo, do Recife, com o espetáculo do palhaço Tapioca. Durante todo o Festival, paralelamente à exposição Brincante, dedicada à obra de Antonio Nóbrega, estará montada na galeria Janete Costa uma exposição de fotos e vídeo com a compilação das nove edições anteriores do Festival de Circo do Brasil, celebrando uma década de risadas, surpresas, malabarismos, equilibrismos e muita emoção. O Festival busca oferecer uma programação tão diversa quanto a arte circense, com atrações que proporcionem à plateia novos olhares e sensações, mostrando várias expressões artísticas relacionadas ao circo.

 Fonte: http://www.festivaldecircodobrasil.com.br/o-festival

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Homenageando Antonio Nóbrega, Festival de Circo do Brasil tem início no fim do mês

Do NE10
Músico e bailarino recifense Antônio Nóbrega é o artista homenageado do evento Foto: Divulgação
Começa no dia 31 de outubro o 10º Festival de Circo do Brasil, no Recife. Até o dia 9 de novembro acontecerão apresentações, mostras fotográficas, intervenções urbanas, mesas-redondas, workshops e oficinas. Pela primeira vez na sua história, o festival homenageia uma personalidade. O escolhido foi o músico e bailarino recifense Antônio Nóbrega, que também inspirou o tema do ano, Somos Todos Brincantes. Ao todo, 16 grupos nacionais e internacionais se apresentarão em cinco teatros, além do Parque Dona Lindu.

A abertura será no Teatro Santa Isabel, com o espetáculo francês Concerto para Dois Clowns, no dia 31 de outubro. Os teatros Luís Mendonça, Apolo, Hermilo Borba Filho e Guararapes também receberão peças. Os ingressos variam de R$ 5 a R$ 40 e podem ser comprados no local. Já os espetáculos gratuitos terão início no primeiro fim de semana. Uma lona de circo será montada na esplanada do Parque Dona Lindu para abrigar atrações como o pernambucano Lampezão e Maria Botina e Se Chove Não Molha, da companhia paulista Circo Vox.

Na sexta-feira (1º), Antonio Nóbrega, personalidade homenageada pelo evento, apresentará Tonheta e Companhia, peça que reúne música, dança e teatro. Segundo a coordenadora do Festival, Danielle Hoover, Nóbrega foi escolhido por não se limitar a uma só arte, misturando e agregando conhecimentos para enriquecer as apresentações. O artista foi convidado a debater sobre a interseção entre o circo e a dança na segunda-feira (3), ao lado de Valéria Martins. No mesmo dia será a pré-estreia do filme Brincantes, na Fundação Joaquim Nabuco, Centro do Recife. O longa, dirigido por Walter Carvalho, é estrelado pelo próprio recifense, que conta sua hitória artística.

Espetáculo Se Chove Não Molha, da companhia paulista Circo Vox, se apresenta gratuitamente no Parque Dona LinduFoto: Divulgação


Paralelamente aos espetáculos, acontecerão duas exposições na Galeria Janete Costa, Zona Sul do Recife. Em Brincante, serão expostos objetos cênicos de Antônio Nóbrega e fotos do artista, assinadas por Walter Carvalho. O público também poderá visitar uma linha do tempo com fotos e vídeo das nove edições do Festival de Circo do Brasil.

PARA EXPERIMENTAR - Entre os dias 1º e 2 de outubro será montado o espaço Vivência Circense, no Parque Dona Lindu. Quem visitar o local poderá brincar com instrumentos de circo gratuitamente. "A arte do circo trabalha todos os sentidos e traz benefícios físicos e psicológicos, além de melhorar o equilíbrio e a concentração", ressalta Danielle Hoover. O festival também oferecerá oficinas gratuitas de mágica e mastro. Para participar é preciso fazer a inscrição no site oficial do evento.

Fonte: http://entretenimento.ne10.uol.com.br/artes-visuais/noticia/2014/10/14/homenageando-antonio-nobrega-festival-de-circo-do-brasil-tem-inicio-no-fim-do-mes-514246.php

domingo, 12 de outubro de 2014

19º Festival Internacional de Dança do Recife divulga programação


Evento contará com 24 companhias e movimentará 14 pontos do Recife, com apresentações, debates, oficinas e seminários, de 16 a 26 de outubro. (Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR)

O presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Diego Rocha, e o gerente de Artes Cênicas da Prefeitura do Recife, Romildo Moreira, anunciaram em entrevista coletiva, nesta quinta (09), no Paço do Frevo, a programação completa e as novidades do 19º Festival Internacional de Dança do Recife (FIDR). Realizado pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, o evento irá movimentar teatros, equipamentos culturais e espaços públicos da capital pernambucana, de 16 a 26 de outubro.

O presidente da FCCR, Diego Rocha, destacou a importância do FIDR para a dança em âmbito regional e nacional. “O Festival me traz boas lembranças do que já vivi, pois pratiquei dança de salão por muito tempo. É um orgulho poder participar de sua realização. A dança representa um segmento da nossa cultura e o Festival Internacional de Dança do Recife mostra a importância que essa linguagem tem para o setor local. Ele significa a apoteose do trabalho que é realizado o ano todo pelas companhias e grupos, sejam locais ou nacionais. Promovemos esta iniciativa para a população do Recife, de forma a incentivar a participação das pessoas. Outra coisa é que, não só haverão apresentações, como também debates, que aliam a prática à teoria”, colocou.

A programação contará com 30 apresentações de 24 grupos nacionais e internacionais, além de debates, oficinas e seminários, espalhados por 14 pontos da cidade. Segundo o gerente de Artes Cênicas da PCR, Romildo Moreira, pluralidade é a palavra que define a edição deste ano. “Começamos em 2013 a realizar um trabalho voltado para fazer com que o Festival se una ao que já existe no cenário cultural da cidade. Por isso, uma das novidades é que vamos abrir o evento com um grupo local, reconhecido internacionalmente, que é o Bacnaré”, disse. A abertura será no dia 16, no Teatro de Santo Isabel, com o espetáculo Nações Africanas.

Dezenove das 24 companhias que integram a programação foram escolhidas por meio de edital de convocação, que contou com 82 inscritos. “A principal marca dos espetáculos que atenderam à nossa convocatória foi a qualidade, por isso foi difícil fazer a seleção final. Entretanto, escolhemos um pouco de cada gênero da dança, primando pela diversidade de expressões”, explicou Romildo.

Este ano, o Festival trará à capital pernambucana dois espetáculos estrangeiros. Da Argentina, o grupo Mudanzas Escénicas Clap! apresenta, no dia 24, no Teatro Hermilo Borba Filho, o espetáculo “Partida”, um solo dirigido e interpretado pela bailarina Ariana Andreoli, inspirado no mito de Lilith. No dia 26, é a vez da companhia belga As Palavras – Compangnie Claudio Bernardo levar ao palco do Teatro de Santa Isabel o espetáculo “L’Assaut des Cieux”, uma combinação poética e vibrante de dança, música, teatro e circo.

Entre os grupos convidados está também a Cia. Mariana Muniz de Teatro e Dança (SP), no dia 19, no Teatro de Santa Isabel, com um espetáculo voltado para o público ouvinte e não-ouvinte. A performance “2 Mundos” investiga as relações entre as linguagens da dança e do teatro em diálogo com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Já a Cia. Fragmento da Dança (SP) traz ao Recife o elogiado espetáculo de dança contemporânea “Ecos”, no dia 25, no Teatro de Santa Isabel.

Referência na dança contemporânea brasileira, a J. Gar. Cia. Dança Contemporânea, do bailarino e coreógrafo pernambucano, radicado em São Paulo, Jorge Garcia, é um dos destaques da programação do dia 19, no Teatro Apolo. Ele traz ao Recife, “Nihil Obstat” (em latim, “nada impede”), espetáculo de 2009, primeiro da trilogia “Imprimatur”, um exercício de improviso no qual o diálogo com o som, os elementos cênicos, o espaço e o público são um desafio constante para o intérprete.

A dança pernambucana estará bem representada no Festival, com a presença de 16 companhias, bailarinos e coreógrafos. Entre os destaques estão a Cia. de Dança SESC Petrolina, com o espetáculo “Rio de Contas”, os bailarinos Dielson Pessoa, com o solo “O silêncio e o caos”, e Saulo Uchôa, com a comovente performance “Anticorpo”, inspirada em sua experiência de um tratamento de câncer.

Descentralizado – O Festival aposta também na descentralização e na aproximação maior com a plateia ao montar palcos em diversos espaços públicos do Recife. A Estação Central do Metrô receberá, no dia 17, o espetáculo “Corpo ConTexto”, de Maria Paula Costa Rêgo (PE), e, no dia 18, “Involuntário”, da Cia. Etc (PE), que também se apresenta na Praça da Independência, dia 19. Já o Sítio Trindade abre espaço para a Batalha de Hip Hop Ginga B.boys e B.girls, comandada pela Associação Pernambucana de Hip Hop, no dia 25.

Programação pedagógica – A programação pedagógica do FIDR incluirá debates, oficinas e seminários. O gerente geral do Paço do Frevo, Paulo Braz, deu as boas vindas ao evento, que também acontecerá no local. “O fato de a gente agregar o equipamento cultural ao Festival Internacional de Dança do Recife é uma forma de fazer as pessoas se apropriarem desse espaço e de curtirem o frevo também”, comentou.

O Paço do Frevo receberá as oficinas “Corpos Híbridos”, com Juliana Manhãs, no dia 17, e “Frevo, de uma dança nacional a uma dança pessoal”, com Maria Eugênia Almeida, de 20 a 24. No dia 23, ela se apresenta no local com o Grupo Soma (SP), no espetáculo “Planta do Pé”.

O Paço abrigará também os debates sobres os espetáculos do Festival, comandados pela bailarina Viviane Souto Maior (BA), nos dias 20, 22, 24 e 26. “É uma felicidade a gente poder contribuir com um evento como esse. Acompanho o festival há alguns anos, principalmente em seus debates, e a gente percebe que o que vem sendo solicitado como necessário pelos artistas locais está sendo contemplado dentro do possível pela Gerência de Artes Cênicas”, coloca a gerente de Dança do Paço do Frevo, Daniela Santos.

O Centro Cultural dos Correios também está na rota do FIDR. É lá que acontecerá a oficina “Improvisatório”, com Rossana Alves (BA), de 23 a 26 de outubro, e os seminários RecorDança 2, nos dias 17 e 18, que terá como tema 10 anos: Movimentos de memória; e Circular É Preciso, que discutirá estratégias para a circulação de espetáculos, nos dias 18 e 19.

Paço Alfândega - O 19º Festival Internacional de Dança do Recife contará com uma ação inédita este ano. De 17 a 26 de setembro (exceto dia 20, dedicado ao comerciário), o Paço Alfândega será palco de apresentações gratuitas, sempre às 12h30. O Balé Popular do Recife abrirá a programação no dia 17, com o espetáculo “Viva o Frevo”. A Chegada de Lampião no Inferno, com a Quadrilha Raio de Sol, os grupos Sete, Step Evolution Crew, Cia. de Frevo do Recife, a bailarina Maria Paula Costa Rêgo e o duo formado por Flaira Ferro e Alisson Lima completam a grade de atrações.

FIDR - O 19º Festival Internacional de Dança do Recife é realizado pela Prefeitura do Recife, em parceria com o Paço do Frevo, o Paço Alfândega, o Centro Cultural Correios, a Escola Pernambucana de Circo, o Ministério da Cultura da Bélgica e o SESC. Os ingressos de todos os espetáculos nos teatros terão preços populares, R$ 10,00 e R$ 5,00, e nos demais espaços a programação é gratuita.

SERVIÇO:
19º Festival Internacional de Dança do Recife
De 16 a 26 de outubro de 2014
Espetáculos: Teatro de Santa Isabel, Teatro Apolo, Teatro Hermilo Borba Filho, Teatro Luiz Mendonça, Teatro Barreto Júnior, Paço Alfândega, Paço do Frevo, Centro Cultural Correios, Estação Central do Metrô, Praça da Independência e Sítio da Trindade.
Todos os espetáculos nos teatros são a preços populares (R$ 10,00 e R$ 5,00) e nos demais espaços a programação é gratuita.
Oficinas, debates e seminários: Centro Cultural dos Correios, Paço do Frevo, Escola Pernambucana de Circo.

Fonte: http://www2.recife.pe.gov.br/19o-festival-internacional-de-danca-do-recife-divulga-programacao/

19º Festival Internacional de Dança do Recife divulga programação


Evento contará com 24 companhias e movimentará 14 pontos do Recife, com apresentações, debates, oficinas e seminários, de 16 a 26 de outubro. (Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR)
O presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Diego Rocha, e o gerente de Artes Cênicas da Prefeitura do Recife, Romildo Moreira, anunciaram em entrevista coletiva, nesta quinta (09), no Paço do Frevo, a programação completa e as novidades do 19º Festival Internacional de Dança do Recife (FIDR). Realizado pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, o evento irá movimentar teatros, equipamentos culturais e espaços públicos da capital pernambucana, de 16 a 26 de outubro.
O presidente da FCCR, Diego Rocha, destacou a importância do FIDR para a dança em âmbito regional e nacional. “O Festival me traz boas lembranças do que já vivi, pois pratiquei dança de salão por muito tempo. É um orgulho poder participar de sua realização. A dança representa um segmento da nossa cultura e o Festival Internacional de Dança do Recife mostra a importância que essa linguagem tem para o setor local. Ele significa a apoteose do trabalho que é realizado o ano todo pelas companhias e grupos, sejam locais ou nacionais. Promovemos esta iniciativa para a população do Recife, de forma a incentivar a participação das pessoas. Outra coisa é que, não só haverão apresentações, como também debates, que aliam a prática à teoria”, colocou.
A programação contará com 30 apresentações de 24 grupos nacionais e internacionais, além de debates, oficinas e seminários, espalhados por 14 pontos da cidade. Segundo o gerente de Artes Cênicas da PCR, Romildo Moreira, pluralidade é a palavra que define a edição deste ano. “Começamos em 2013 a realizar um trabalho voltado para fazer com que o Festival se una ao que já existe no cenário cultural da cidade. Por isso, uma das novidades é que vamos abrir o evento com um grupo local, reconhecido internacionalmente, que é o Bacnaré”, disse. A abertura será no dia 16, no Teatro de Santo Isabel, com o espetáculo Nações Africanas.
Dezenove das 24 companhias que integram a programação foram escolhidas por meio de edital de convocação, que contou com 82 inscritos. “A principal marca dos espetáculos que atenderam à nossa convocatória foi a qualidade, por isso foi difícil fazer a seleção final. Entretanto, escolhemos um pouco de cada gênero da dança, primando pela diversidade de expressões”, explicou Romildo.
Este ano, o Festival trará à capital pernambucana dois espetáculos estrangeiros. Da Argentina, o grupo Mudanzas Escénicas Clap! apresenta, no dia 24, no Teatro Hermilo Borba Filho, o espetáculo “Partida”, um solo dirigido e interpretado pela bailarina Ariana Andreoli, inspirado no mito de Lilith. No dia 26, é a vez da companhia belga As Palavras – Compangnie Claudio Bernardo levar ao palco do Teatro de Santa Isabel o espetáculo “L’Assaut des Cieux”, uma combinação poética e vibrante de dança, música, teatro e circo.
Entre os grupos convidados está também a Cia. Mariana Muniz de Teatro e Dança (SP), no dia 19, no Teatro de Santa Isabel, com um espetáculo voltado para o público ouvinte e não-ouvinte. A performance “2 Mundos” investiga as relações entre as linguagens da dança e do teatro em diálogo com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Já a Cia. Fragmento da Dança (SP) traz ao Recife o elogiado espetáculo de dança contemporânea “Ecos”, no dia 25, no Teatro de Santa Isabel.
Referência na dança contemporânea brasileira, a J. Gar. Cia. Dança Contemporânea, do bailarino e coreógrafo pernambucano, radicado em São Paulo, Jorge Garcia, é um dos destaques da programação do dia 19, no Teatro Apolo. Ele traz ao Recife, “Nihil Obstat” (em latim, “nada impede”), espetáculo de 2009, primeiro da trilogia “Imprimatur”, um exercício de improviso no qual o diálogo com o som, os elementos cênicos, o espaço e o público são um desafio constante para o intérprete.
A dança pernambucana estará bem representada no Festival, com a presença de 16 companhias, bailarinos e coreógrafos. Entre os destaques estão a Cia. de Dança SESC Petrolina, com o espetáculo “Rio de Contas”, os bailarinos Dielson Pessoa, com o solo “O silêncio e o caos”, e Saulo Uchôa, com a comovente performance “Anticorpo”, inspirada em sua experiência de um tratamento de câncer.
Descentralizado – O Festival aposta também na descentralização e na aproximação maior com a plateia ao montar palcos em diversos espaços públicos do Recife. A Estação Central do Metrô receberá, no dia 17, o espetáculo “Corpo ConTexto”, de Maria Paula Costa Rêgo (PE), e, no dia 18, “Involuntário”, da Cia. Etc (PE), que também se apresenta na Praça da Independência, dia 19. Já o Sítio Trindade abre espaço para a Batalha de Hip Hop Ginga B.boys e B.girls, comandada pela Associação Pernambucana de Hip Hop, no dia 25.
Programação pedagógica – A programação pedagógica do FIDR incluirá debates, oficinas e seminários. O gerente geral do Paço do Frevo, Paulo Braz, deu as boas vindas ao evento, que também acontecerá no local. “O fato de a gente agregar o equipamento cultural ao Festival Internacional de Dança do Recife é uma forma de fazer as pessoas se apropriarem desse espaço e de curtirem o frevo também”, comentou.

O Paço do Frevo receberá as oficinas “Corpos Híbridos”, com Juliana Manhãs, no dia 17, e “Frevo, de uma dança nacional a uma dança pessoal”, com Maria Eugênia Almeida, de 20 a 24. No dia 23, ela se apresenta no local com o Grupo Soma (SP), no espetáculo “Planta do Pé”.
O Paço abrigará também os debates sobres os espetáculos do Festival, comandados pela bailarina Viviane Souto Maior (BA), nos dias 20, 22, 24 e 26. “É uma felicidade a gente poder contribuir com um evento como esse. Acompanho o festival há alguns anos, principalmente em seus debates, e a gente percebe que o que vem sendo solicitado como necessário pelos artistas locais está sendo contemplado dentro do possível pela Gerência de Artes Cênicas”, coloca a gerente de Dança do Paço do Frevo, Daniela Santos.
O Centro Cultural dos Correios também está na rota do FIDR. É lá que acontecerá a oficina “Improvisatório”, com Rossana Alves (BA), de 23 a 26 de outubro, e os seminários RecorDança 2, nos dias 17 e 18, que terá como tema 10 anos: Movimentos de memória; e Circular É Preciso, que discutirá estratégias para a circulação de espetáculos, nos dias 18 e 19.
Paço Alfândega - O 19º Festival Internacional de Dança do Recife contará com uma ação inédita este ano. De 17 a 26 de setembro (exceto dia 20, dedicado ao comerciário), o Paço Alfândega será palco de apresentações gratuitas, sempre às 12h30. O Balé Popular do Recife abrirá a programação no dia 17, com o espetáculo “Viva o Frevo”. A Chegada de Lampião no Inferno, com a Quadrilha Raio de Sol, os grupos Sete, Step Evolution Crew, Cia. de Frevo do Recife, a bailarina Maria Paula Costa Rêgo e o duo formado por Flaira Ferro e Alisson Lima completam a grade de atrações.
FIDR - O 19º Festival Internacional de Dança do Recife é realizado pela Prefeitura do Recife, em parceria com o Paço do Frevo, o Paço Alfândega, o Centro Cultural Correios, a Escola Pernambucana de Circo, o Ministério da Cultura da Bélgica e o SESC. Os ingressos de todos os espetáculos nos teatros terão preços populares, R$ 10,00 e R$ 5,00, e nos demais espaços a programação é gratuita.

SERVIÇO:
19º Festival Internacional de Dança do Recife
De 16 a 26 de outubro de 2014
Espetáculos: Teatro de Santa Isabel, Teatro Apolo, Teatro Hermilo Borba Filho, Teatro Luiz Mendonça, Teatro Barreto Júnior, Paço Alfândega, Paço do Frevo, Centro Cultural Correios, Estação Central do Metrô, Praça da Independência e Sítio da Trindade.
Todos os espetáculos nos teatros são a preços populares (R$ 10,00 e R$ 5,00) e nos demais espaços a programação é gratuita.
Oficinas, debates e seminários: Centro Cultural dos Correios, Paço do Frevo, Escola Pernambucana de Circo.
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19º Festival Internacional de Dança do Recife divulga programação


Evento contará com 24 companhias e movimentará 14 pontos do Recife, com apresentações, debates, oficinas e seminários, de 16 a 26 de outubro. (Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR)
O presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Diego Rocha, e o gerente de Artes Cênicas da Prefeitura do Recife, Romildo Moreira, anunciaram em entrevista coletiva, nesta quinta (09), no Paço do Frevo, a programação completa e as novidades do 19º Festival Internacional de Dança do Recife (FIDR). Realizado pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, o evento irá movimentar teatros, equipamentos culturais e espaços públicos da capital pernambucana, de 16 a 26 de outubro.
O presidente da FCCR, Diego Rocha, destacou a importância do FIDR para a dança em âmbito regional e nacional. “O Festival me traz boas lembranças do que já vivi, pois pratiquei dança de salão por muito tempo. É um orgulho poder participar de sua realização. A dança representa um segmento da nossa cultura e o Festival Internacional de Dança do Recife mostra a importância que essa linguagem tem para o setor local. Ele significa a apoteose do trabalho que é realizado o ano todo pelas companhias e grupos, sejam locais ou nacionais. Promovemos esta iniciativa para a população do Recife, de forma a incentivar a participação das pessoas. Outra coisa é que, não só haverão apresentações, como também debates, que aliam a prática à teoria”, colocou.
A programação contará com 30 apresentações de 24 grupos nacionais e internacionais, além de debates, oficinas e seminários, espalhados por 14 pontos da cidade. Segundo o gerente de Artes Cênicas da PCR, Romildo Moreira, pluralidade é a palavra que define a edição deste ano. “Começamos em 2013 a realizar um trabalho voltado para fazer com que o Festival se una ao que já existe no cenário cultural da cidade. Por isso, uma das novidades é que vamos abrir o evento com um grupo local, reconhecido internacionalmente, que é o Bacnaré”, disse. A abertura será no dia 16, no Teatro de Santo Isabel, com o espetáculo Nações Africanas.
Dezenove das 24 companhias que integram a programação foram escolhidas por meio de edital de convocação, que contou com 82 inscritos. “A principal marca dos espetáculos que atenderam à nossa convocatória foi a qualidade, por isso foi difícil fazer a seleção final. Entretanto, escolhemos um pouco de cada gênero da dança, primando pela diversidade de expressões”, explicou Romildo.
Este ano, o Festival trará à capital pernambucana dois espetáculos estrangeiros. Da Argentina, o grupo Mudanzas Escénicas Clap! apresenta, no dia 24, no Teatro Hermilo Borba Filho, o espetáculo “Partida”, um solo dirigido e interpretado pela bailarina Ariana Andreoli, inspirado no mito de Lilith. No dia 26, é a vez da companhia belga As Palavras – Compangnie Claudio Bernardo levar ao palco do Teatro de Santa Isabel o espetáculo “L’Assaut des Cieux”, uma combinação poética e vibrante de dança, música, teatro e circo.
Entre os grupos convidados está também a Cia. Mariana Muniz de Teatro e Dança (SP), no dia 19, no Teatro de Santa Isabel, com um espetáculo voltado para o público ouvinte e não-ouvinte. A performance “2 Mundos” investiga as relações entre as linguagens da dança e do teatro em diálogo com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Já a Cia. Fragmento da Dança (SP) traz ao Recife o elogiado espetáculo de dança contemporânea “Ecos”, no dia 25, no Teatro de Santa Isabel.
Referência na dança contemporânea brasileira, a J. Gar. Cia. Dança Contemporânea, do bailarino e coreógrafo pernambucano, radicado em São Paulo, Jorge Garcia, é um dos destaques da programação do dia 19, no Teatro Apolo. Ele traz ao Recife, “Nihil Obstat” (em latim, “nada impede”), espetáculo de 2009, primeiro da trilogia “Imprimatur”, um exercício de improviso no qual o diálogo com o som, os elementos cênicos, o espaço e o público são um desafio constante para o intérprete.
A dança pernambucana estará bem representada no Festival, com a presença de 16 companhias, bailarinos e coreógrafos. Entre os destaques estão a Cia. de Dança SESC Petrolina, com o espetáculo “Rio de Contas”, os bailarinos Dielson Pessoa, com o solo “O silêncio e o caos”, e Saulo Uchôa, com a comovente performance “Anticorpo”, inspirada em sua experiência de um tratamento de câncer.
Descentralizado – O Festival aposta também na descentralização e na aproximação maior com a plateia ao montar palcos em diversos espaços públicos do Recife. A Estação Central do Metrô receberá, no dia 17, o espetáculo “Corpo ConTexto”, de Maria Paula Costa Rêgo (PE), e, no dia 18, “Involuntário”, da Cia. Etc (PE), que também se apresenta na Praça da Independência, dia 19. Já o Sítio Trindade abre espaço para a Batalha de Hip Hop Ginga B.boys e B.girls, comandada pela Associação Pernambucana de Hip Hop, no dia 25.
Programação pedagógica – A programação pedagógica do FIDR incluirá debates, oficinas e seminários. O gerente geral do Paço do Frevo, Paulo Braz, deu as boas vindas ao evento, que também acontecerá no local. “O fato de a gente agregar o equipamento cultural ao Festival Internacional de Dança do Recife é uma forma de fazer as pessoas se apropriarem desse espaço e de curtirem o frevo também”, comentou.

O Paço do Frevo receberá as oficinas “Corpos Híbridos”, com Juliana Manhãs, no dia 17, e “Frevo, de uma dança nacional a uma dança pessoal”, com Maria Eugênia Almeida, de 20 a 24. No dia 23, ela se apresenta no local com o Grupo Soma (SP), no espetáculo “Planta do Pé”.
O Paço abrigará também os debates sobres os espetáculos do Festival, comandados pela bailarina Viviane Souto Maior (BA), nos dias 20, 22, 24 e 26. “É uma felicidade a gente poder contribuir com um evento como esse. Acompanho o festival há alguns anos, principalmente em seus debates, e a gente percebe que o que vem sendo solicitado como necessário pelos artistas locais está sendo contemplado dentro do possível pela Gerência de Artes Cênicas”, coloca a gerente de Dança do Paço do Frevo, Daniela Santos.
O Centro Cultural dos Correios também está na rota do FIDR. É lá que acontecerá a oficina “Improvisatório”, com Rossana Alves (BA), de 23 a 26 de outubro, e os seminários RecorDança 2, nos dias 17 e 18, que terá como tema 10 anos: Movimentos de memória; e Circular É Preciso, que discutirá estratégias para a circulação de espetáculos, nos dias 18 e 19.
Paço Alfândega - O 19º Festival Internacional de Dança do Recife contará com uma ação inédita este ano. De 17 a 26 de setembro (exceto dia 20, dedicado ao comerciário), o Paço Alfândega será palco de apresentações gratuitas, sempre às 12h30. O Balé Popular do Recife abrirá a programação no dia 17, com o espetáculo “Viva o Frevo”. A Chegada de Lampião no Inferno, com a Quadrilha Raio de Sol, os grupos Sete, Step Evolution Crew, Cia. de Frevo do Recife, a bailarina Maria Paula Costa Rêgo e o duo formado por Flaira Ferro e Alisson Lima completam a grade de atrações.
FIDR - O 19º Festival Internacional de Dança do Recife é realizado pela Prefeitura do Recife, em parceria com o Paço do Frevo, o Paço Alfândega, o Centro Cultural Correios, a Escola Pernambucana de Circo, o Ministério da Cultura da Bélgica e o SESC. Os ingressos de todos os espetáculos nos teatros terão preços populares, R$ 10,00 e R$ 5,00, e nos demais espaços a programação é gratuita.

SERVIÇO:
19º Festival Internacional de Dança do Recife
De 16 a 26 de outubro de 2014
Espetáculos: Teatro de Santa Isabel, Teatro Apolo, Teatro Hermilo Borba Filho, Teatro Luiz Mendonça, Teatro Barreto Júnior, Paço Alfândega, Paço do Frevo, Centro Cultural Correios, Estação Central do Metrô, Praça da Independência e Sítio da Trindade.
Todos os espetáculos nos teatros são a preços populares (R$ 10,00 e R$ 5,00) e nos demais espaços a programação é gratuita.
Oficinas, debates e seminários: Centro Cultural dos Correios, Paço do Frevo, Escola Pernambucana de Circo.
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